There is now good evidence to suggest that in the process of teaching the rest of the world to think like us, we’ve been exporting our Western “symptom repertoire” as well. That is, we’ve been changing not only the treatments but also the expression of mental illness in other cultures.

The Americanization of Mental Illness, ensaio publicado pelo NY Times, discute o “modelo de exportação” dos sintomas mentais praticado pela psiquiatria atual, fortemente influenciada pela cultura norte-americana. Vale a pena reservar alguns minutos para ler a matéria inteira.

O artigo é uma adaptação feita por Ethan Watters a partir do seu livro Crazy Like Us: The Globalization of the American Psiche

Atualização: achei o texto traduzido para o português aqui

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