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, a tradução brasileira (1905) do capítulo sobre a paranoia, extraído da sétima edição alemã (1904) do tratado (Lehrbuch) de psiquiatria de Emil Kraepelin. O autor discute o diagnóstico da paranoia e, particularmente, faz a distinção entre a paranoia e a demência precoce.

Neste se nos apresenta palpavelmente o erro capital da nossa psiquiatria clínica nos últimos decênios; formando como limites do quadro clínico o que é exclusivamente sintomático, baseados sobre hipóteses infelizes. O que estava estabelecido basicamente como oposição entre a alteração da inteligência e do sentimento é apenas um fato psicológico mas nunca clínico.

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